Como CEO da Brasil Postos, eu vivo diariamente a realidade dos revendedores: um mercado competitivo, margens apertadas, clientes cada vez menos fiéis e uma pressão enorme para entregar diferenciação. E existe um ponto que ninguém pode ignorar: a confiança nas marcas mudou — e mudou muito.
Recentemente, um estudo da Orbit apontou que 47% dos consumidores brasileiros não confiam nas marcas. Quase metade.
Isso explica muita coisa que acontece hoje nos postos: o cliente não é mais fiel à distribuidora, ao posto da esquina nem à tradição da bandeira. Ele confere preço no app, troca de posto com facilidade e testa novas experiências sem medo.
E quando juntamos isso com outro relatório, o Future Consumer Index (EY), a lógica fica ainda mais clara: o consumidor brasileiro escolhe muito mais por preço e conveniência do que por tradição, qualidade ou publicidade. Ou seja:
✔ Ele desconfia das marcas…
✔ Mas também não é fiel a elas…
✔ E está disposto a experimentar alternativas…
➡ Inclusive marcas próprias.

O novo consumidor quer transparência — e está disposto a testar o novo
O cenário das pesquisas deixa uma mensagem muito clara: Confiança não se compra. Se constrói.
E se constrói todos os dias, em cada detalhe da operação.
A bandeira ajuda? Ajuda.
Mas não resolve tudo.
A marca própria funciona? Funciona.
Mas exige consistência, entrega e comunicação.
O consumidor moderno — especialmente as novas gerações — quer saber:
- Como esse posto trabalha?
- O combustível é confiável?
- A loja é organizada?
- O atendimento é bom?
- O preço é justo?
- O aplicativo me dá vantagem real?
- A experiência vale meu tempo e meu dinheiro?
E aqui entra um conceito que eu venho defendendo há anos nas mentorias: Transparência radical.
Quando o cliente percebe que você abriu as portas — da chegada do combustível ao armazenamento, do atendimento ao pós-venda — ele entende que ali existe verdade.
E verdade vira confiança.
Confiança vira preferência.
Preferência vira lucro.

Bandeira ou marca própria? O que o futuro mostra
A resposta não é única. Depende do perfil do posto, do mercado local e do nível de maturidade da gestão.
Mas uma coisa eu garanto: Quem dominar a comunicação o atendimento e a experiência — independentemente da bandeira — vai liderar o setor nos próximos anos.
Porque o cliente de hoje é assim:
✔ Informa-se online
✔ Compara no celular
✔ Questiona o que vê
✔ Não aceita promessas vazias
✔ Valoriza quem mostra, não quem fala
E se antes o revendedor precisava da marca da distribuidora para ganhar força… hoje, ele pode ser a própria marca forte da cidade.

No final das contas, confiança não é contrato. É construção.
E essa construção pode vir apoiada por uma grande bandeira ou pela sua marca própria — desde que exista:
- consistência
- transparência
- entrega real de valor
- experiência que faça sentido para o cliente
É isso que diferencia um posto comum de um posto líder.
E é exatamente isso que eu trabalho todos os dias com meus alunos, mentorias e treinamentos: ajudar o revendedor a assumir controle total da própria operação e da própria marca — com bandeira ou sem bandeira.
Se você quer aprofundar esse entendimento e tomar uma decisão estratégica para o seu posto, conheça a MENTORIA POSTO MILIONÁRIO que eu te mostro os caminhos que temos construído com revendedores do Brasil inteiro.


