O mês de agosto ficou marcado pelo aumento de preços de combustíveis na refinaria

A Petrobras confirmou, no dia 12 de agosto, a subida de 4% e 2% dos preços de gasolina e diesel, respectivamente. O aumento foi seguido por outro de 6% e 5% para os mesmos combustíveis no dia 21. A Aprix tratou de analisar, então, como esse aumento de preços na refinaria influenciou o preço no final da cadeia.  

A Aprix monitora dados de volumes e preços de todas as regiões brasileiras e acompanha o comportamento do mercado diariamente.

 O sistema de coleta de preços da Aprix monitora diariamente o preço de mais de 10 mil dos 40 mil postos existentes no Brasil. Por meio de uma análise dos dados obtidos na plataforma, pôde-se observar a evolução da média dos preços nas diferentes regiões do Brasil ao longo do mês de agosto, como mostram os gráficos a seguir.

Destacam-se, nas linhas verticais, os dias 12 e 21 de agosto, em que houve o aumento dos preços na refinaria.

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Analisando os valores do gráfico de gasolina, nota-se que a variação do preço-bomba não acompanhou a subida do preço nas refinarias no período compreendido entre 11 e 20 de agosto. Verificando o preço-bomba, conclui-se que este subiu entre 0,6% (nas regiões Sudeste e Nordeste) e 2,8% (região Centro-Oeste), enquanto a subida do preço na refinaria foi de 4%.

 O mesmo padrão pode ser identificado no período de 20 a 29 de agosto, deparando-se com uma variação entre 1,4% (na região Centro-Oeste) e 2,9% (região Sul), em comparação aos 6% de subida na refinaria.

O gráfico do preço do diesel confirma essa tendência. A subida no primeiro período variou entre 0,4% (região Norte) e 1% (região Centro-Oeste) – enquanto o aumento da refinaria foi de 2%; já no segundo período, a variação foi de 2,1% a 2,7%, chegando apenas à metade do novo aumento da refinaria, de 5%.

 Essa discrepância entre os dados comprova que a revenda não repassou integralmente o aumento dos valores ao consumidor final – resultando, portanto, na perda de margem unitária para os donos de postos.

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