Resumo
ToggleAntes de pegar a estrada, muitos motoristas chegam à pista com a mesma pergunta: qual combustível escolher para gastar menos em viagens longas? A dúvida entre gasolina comum, aditivada ou premium é uma oportunidade para o revendedor prestar uma consultoria técnica, aumentando a confiança do consumidor e garantindo a fidelização.
Mas afinal, o que o frentista deve explicar sobre qual gasolina economiza mais na estrada quando o consumo se torna o fator decisivo para o cliente?
A resposta não é única e depende do tipo de motor e do perfil de manutenção. Entender essas diferenças é fundamental para que sua equipe de pista saiba indicar o produto certo.

As diferenças entre os tipos de gasolina na visão do revendedor
Embora compartilhem o mesmo tanque de origem em muitos casos (no caso da comum e aditivada), os três tipos de produtos no seu posto têm papéis estratégicos:
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Gasolina comum: É a porta de entrada por preço, atendendo às normas da ANP, mas sem os diferenciais de limpeza.
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Gasolina aditivada: O melhor argumento de venda para a pista. Contém detergentes e dispersantes que mantêm o sistema limpo, um diferencial crucial para o desempenho em viagens.
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Gasolina premium: Produto de nicho, com maior octanagem, essencial para motores turbo ou de alta compressão.
Essas características definem o argumento de venda para quem busca economia real no trajeto.
Afinal, qual gasolina gera mais economia para o seu cliente?
Para a maioria dos carros que param no seu posto, a gasolina comum ou a aditivada apresentam o melhor custo-benefício em viagens longas. Em rodovias, o motor opera em regime estável, o que reduz a necessidade de combustíveis de alta octanagem.
O revendedor deve estar atento: a gasolina premium só traz benefícios reais em veículos projetados para ela. Em carros comuns, o custo mais alto na bomba não se traduz em economia de consumo, o que pode gerar uma percepção negativa no cliente se ele for induzido ao erro.
A gasolina aditivada como aliada da recorrência
No consumo imediato de uma única viagem, a diferença entre comum e aditivada pode parecer pequena para o motorista. No entanto, o argumento do seu frentista deve focar no longo prazo: o uso contínuo da aditivada mantém o motor eficiente, evitando que o consumo aumente com o tempo devido à sujeira no sistema.
Para motoristas que viajam com frequência, a aditivada é, de fato, a que mais economiza no balanço final das manutenções.
Quando recomendar a gasolina premium com segurança?
A recomendação da premium deve ser direcionada a proprietários de modelos turbo, esportivos ou importados de alta performance.
Nesses casos específicos, ela é a gasolina que economiza mais na estrada, pois evita a perda de desempenho e o desperdício de combustível que ocorreria com uma gasolina de menor octanagem. Ter esse conhecimento técnico na pista evita reclamações e garante a satisfação do dono de um veículo de luxo.
Preço x Consumo: O impacto no caixa e no bolso do cliente
Considerando que a premium pode custar até 20% mais que a comum, o consumo precisaria melhorar na mesma proporção para valer a pena — algo raro em carros populares.
Na prática, para manter a transparência e a fidelidade, o posto deve reforçar que a gasolina que economiza mais na estrada para a frota média brasileira é a comum ou, preferencialmente, a aditivada, dependendo do estado do veículo.
Guia rápido para sua equipe de pista:
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Carros populares e médios: Indicar comum ou aditivada.
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Foco em conservação: A aditivada é a melhor escolha para manter o consumo estável.
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Motores turbo ou alta compressão: Premium é a indicação técnica correta.
Orientar o cliente de forma honesta sobre qual opção realmente economiza na estrada não só ajuda o motorista a reduzir gastos, mas posiciona o seu posto como um especialista de confiança, e não apenas um ponto de venda.
Fonte: https://ndmais.com.br/

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