Os preços médios do etanol hidratado caíram em 15 Estados e subiram em outros 11 e no Distrito Federal na semana entre 18 e 24 de abril, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 1,49% na semana ante a anterior, de R$ 3,758 para R$ 3,814 o litro.

Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do hidratado ficou em R$ 3,587, alta de 1,30% ante a semana anterior.

O preço mínimo registrado nesta semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,379 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 3,521, em Mato Grosso.

O preço máximo, de R$ 5,899 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 5,179.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País caiu 1,13%. O Estado com maior queda no período foi Mato Grosso, onde o litro recuou 15,34%.

Na apuração semanal, o maior recuo de preço foi observado na Bahia, de 1,14%. E a maior alta na semana foi registrada no Amapá, de 6,30%.


Preço do etanol na Região Sudeste apresenta maior recuo do País no início de abril, aponta TicketLog

O mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) aponta que o etanol na Região Sudeste apresentou o maior recuo de preços do País nas primeiras semanas de abril. O combustível, comercializado a R$ 4,392, recuou 4,29% em relação ao fechamento de março. Já o litro da gasolina foi encontrado a R$ 5,789, o preço mais alto entre as regiões brasileiras, após novo aumento, de 0,03%.

“Assim como nas demais regiões do País, o diesel e o diesel S-10 apresentaram recuos nos preços. O tipo comum foi comercializado a R$ 4,271, após redução de 1,09%, e o tipo S-10, a R$ 4,341, baixa de 1,12% em relação a março”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

No recorte entre os estados, o etanol mais barato do País foi encontrado nos postos paulistas, a R$ 3,644, após recuo de 6,66%. São Paulo também registrou os menores preços médios da Região Sudeste para os demais combustíveis: o diesel foi comercializado a R$ 4,177; o diesel S-10, a R$ 4,243; a gasolina, a R$ 5,310; e o gás natural veicular (GNV), a R$ 3,176.

O GNV em São Paulo apresentou o maior aumento do Sudeste no início de abril, de 1,63%. Mas o litro com valor médio mais alto foi encontrado em Minas Gerais, a R$ 3,488. Os postos mineiros também registraram os maiores preços médios do diesel, a R$ 4,365, e do diesel S-10, a R$ 4,426.

Já o etanol e gasolina mais caros da Região foram comercializados no Rio de Janeiro, a R$ 4,974 e R$ 6,112, respectivamente. Em ambos os casos, os preços dos combustíveis apresentaram redução em relação ao fechamento de março. O valor médio por litro do etanol recuou 4,4%, e da gasolina, 0,26%.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados à Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.


Vendas de gasolina e diesel da Petrobras superam nível pré-pandemia mesmo com alta nos preços

Apesar do aumento nos preços do diesel e da gasolina, a Petrobras registrou alta na produção e venda de combustíveis nos primeiros três meses deste ano em relação ao mesmo período de 2020, no período pré-pandemia.

A estatal informou que a produção do diesel teve alta de 7,7% entre janeiro e março deste ano em relação ao início de 2020. Já as vendas subiram 20% no mesmo período. Segundo a estatal, a alta ocorreu principalmente devido à maior competitividade da empresa em relação às vendas de terceiros.

Movimento semelhante ocorreu com a gasolina, com alta de 4,8% na produção e avanço de 3,8% nas vendas. A estatal destacou também “a maior competitividade em relação aos importadores, resultando em um aumento de participação da companhia no mercado brasileiro de gasolina”.

Desde janeiro, a Petrobras já elevou o preço da gasolina nas refinarias em 43%. No caso do diesel, a alta acumulada chega a 36,6%, segundo dados da estatal. Os últimos aumentos anunciados pela estatal ocorreram no dia 15 de abril.

Foi esse aumento nos preços que resultou na demissão de Roberto Castello Branco da presidência da estatal. Para seu lugar, Jair Bolsonaro nomeou o general Joaquim Silva e Luna, que já assumiu a empresa. Em sua posse, ele disse que vai manter a política de preços.

Segundo a Abicom, que reúne os importadores, as maiores vendas de diesel e gasolina ocorreram por conta dos preços defasados praticados pela estatal no mercado doméstico ao longo do primeiro trimestre deste ano. Segundo ele, as altas nos preços praticadas pela estatal não compensaram em sua totalidade o aumento do preço do barril no exterior. Além disso, há a própria dinâmica da economia:

– E o consumo interno do diesel no primeiro trimestre de 2021 foi elevado quando comparado com o primeiro trimestre de 2020. O agronegócio não está tão ruim, e é um grande demandador de diesel – disse Sérgio Araujo, presidente da Abicom.

Se levar em conta todos os produtos refinados (como GLP, Nafta e querosene de aviação), as vendas subiram 2,3% nos primeiros três meses deste ano ante início de 2020. A produção total, por sua vez, caiu 0,8% no período.

A produção comercial de petróloe e gás da Petrobras no primeiro trimestre ficou em 2,450 milhões de barris diários, uma queda de 6% em relação ao primeiro trimestre de 2020. Mas quando se compara com o último trimestre de 2020, houve alta de 2,8%. A queda ocorreu por conta da venda de ativos e de paradas programadas.

O pré-sal continua sendo a principal zona de produção. Entre janeiro e março, foram produzidos 1,567 milhão de barris, alta de 7% ante o último trimestre de 2020 e avanço de 1,6% em relação ao primeiro trimestre.


 

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