Resumo
ToggleNão há uma resposta única para essa pergunta.A avaliação precisa ser feita caso a caso.
O novo RTM, regulamento técnico metrológico elaborado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que entrou em vigor em 1º de junho deste ano, trouxe uma série de mudanças nas normas a serem obedecidas pelos fabricantes na produção de bombas medidoras de combustíveis.
Seu principal objetivo é impedir as fraudes metrológicas, como a da “bomba baixa”, que lesa o consumidor.
A partir de 16 de dezembro de 2022, data em que as novas normas técnicas entram em vigor, somente modelos completos, equipados com a nova eletrônica, poderão ser comercializados pelos fabricantes. Mas como fica o revendedor de combustíveis?
Dependendo da tecnologia empregada e do ano de fabricação, as bombas poderão ser substituídas por novas ou adaptadas às regras atuais e recertificadas pelo Inmetro, obedecendo ao cronograma a seguir:
Cronograma
| Ano de fabricação | Ano da última verificação |
| De 2019 a 2022 | 2033 |
| De 1016 a 2018 | 2030 |
| De 2012 a 2015 | 2029 |
| De 2008 a 2011 | 2028 |
| De 2005 a 2007 | 2026 |
| Até 2004 | 2024 |
Vale esclarecer que a última verificação corresponde ao ano em que o equipamento deverá ser aposentado compulsoriamente ou submetido a retrofit (readequação), para incorporar as exigências do novo RTM. Mas a segunda alternativa só se aplica a bombas eletrônicas.
Retrofit ou substituição?
Como já mencionado, a decisão sobre a substituição das bombas em uso por novas, já alinhadas com o novo RTM, ou sua adequação deverá passar por análise criteriosa de cada equipamento.
Será que vale a pena gastar no retrofit de um equipamento que tem 15 ou mais anos de uso – ininterrupto, em muitos casos?
Dependendo das condições de instalação, localização, manutenção e operação, a vida útil de uma bomba pode superar esse tempo de uso.
Mas o desgaste natural de outros componentes possivelmente não compensará o investimento na adequação, ainda mais porque as bombas produzidas com tecnologia mais antiga deverão sofrer maiores modificações, de custo mais elevado.
O cliente também precisa verificar se há peças, hidráulicas e de acabamento, disponíveis para o modelo, e considerar a necessidade de instalação de um sistema de recuperação de vapores ligado aos bicos de gasolina, o que irá elevar o valor do investimento.

Há ainda outros custos a serem ponderados nessa avaliação. Diferentemente de alguns modelos mais recentes – como a linha Prime, da Gilbarco Veeder-Root, que estão preparados para receber o kit eletrônico exigido pelo novo RTM e que, por isso, possibilitam que a adequação seja executada rápida e facilmente no próprio posto –, em equipamentos mais antiquados a logística do retrofit é mais complicada.
O serviço, por ser mais complexo e por questão de segurança e qualidade, terá de ser realizado em oficina certificada pelo Inmetro e credenciada pelo fabricante.
Então, há que se considerar outras despesas, como de retirada e reinstalação, além do frete, assim como o período em que o equipamento permanecerá indisponível.
Além disso, como já adiantado, de acordo com a Portaria 159/2022, as bombas que forem atualizadas terão que ser recertificadas junto ao Inmetro, mas exclusivamente por fabricantes com CNPJ ativo no Brasil, como a Gilbarco Veeder-Root, poderão requerer essa recertificação. Assim, bombas de fabricantes que deixaram o país não poderão ser atualizadas e terão de ser aposentadas nas datas previstas no cronograma.
E tem mais: somente o fabricante titular da Portaria de Aprovação de Modelo da bomba poderá adaptar e recertificar o equipamento. Ou seja, uma bomba de determinada marca não poderá ser nem adequada com componentes de outra nem recertificada por esta última.
De um modo geral, para qualquer ano de fabricação, se o retrofit da bomba for viável, será necessário substituir, basicamente, pulser, cabos, CPU e displays e adicionar uma porta de comunicação bluetooth.
No caso da Gilbarco Veeder-Root, o que diferencia uma bomba produzida em 2004 de uma fabricada em 2022 é que os modelos mais antigos terão de ser submetidos a reforma mecânica, que envolve a estrutura e os painéis de acabamento. Isso se faz necessário para acomodar a caixa de ligação, que tem suas medidas definidas no novo regulamento. Esta modificação, aparentemente simples é, na realidade, bastante complicada, pois requer o desmonte quase que total da bomba.
O adeus às bombas mecânicas
Cada vez mais raras no mercado revendedor de combustíveis brasileiro, diante das novas exigências técnicas, as bombas mecânicas – cabe salientar – terão de ser, forçosamente, retiradas de uso, pois não poderão ser modernizadas, nem atender às novas normas.
O mercado caminhou naturalmente na direção as bombas eletrônicas (tanto comerciais quanto industriais), devido à facilidade de integrá-las com sistemas de automação, que tornam mais precisos os processos de gestão. Por serem mais suscetíveis a fraudes, o uso das mecânicas em postos de combustíveis está proibido há vários anos em alguns estados, como Santa Catarina.
Sistemas de recuperação de vapores
O cronograma acima, referente ao novo RTM, também passou a ser válido para a obrigatoriedade da implantação dos sistemas de recuperação de vapores nas bombas de combustíveis. Com a publicação da Portaria 2.766/22, em 6 de setembro, o Ministério de Trabalho e Previdência (MTP) adiou para 31 de dezembro de 2024 o prazo inicial, destinado a bombas fabricadas até 2004, alinhando, assim, seu cronograma ao do Inmetro. Pelo cronograma anterior do MTP, 21 de setembro de 2022 seria a data da ‘largada’ para a instalação do sistema, gradualmente, em todos os equipamentos do país.
Desde 2019, a Gilbarco Veeter-Root já oferece ao mercado bombas com sistema de recuperação de vapores integrado, bem como kits independentes, para instalação em modelos da linha Prime adquiridos a partir de agosto daquele ano.

Medição e monitoramento
Controle inteligente dos seus tanques
O sistema de medição e monitoramento ideal para sua operação
Conheça o ELET1-R para medir tanques, acompanhar estoques e apoiar o controle operacional.

Dados e inteligência de mercado
Painel de preços de combustíveis
Veja os preços dos postos e das distribuidoras da sua cidade
Compare o preço na bomba com o preço de compra e acompanhe sua praça com dados atualizados todos os dias.

Direto do fabricante
Armazenamento para sua operação
Faça a cotação de tanques aéreos e subterrâneos
Encontre a configuração adequada para armazenar combustível e solicite sua cotação diretamente com o fabricante.
Tecnologia para tanques
Mais continuidade para o seu negócio
Revitalize os tanques do seu posto sem parar a operação
Conheça a solução de revestimento desenvolvida para renovar e proteger tanques de armazenamento.
Avalie uma alternativa à substituição dos tanques.
Conheça a tecnologia ORO →Acesse o site do anunciante.
Direto do fabricante
Equipamentos para abastecimento
Faça a cotação de bombas de abastecimento Gilbarco
Encontre a solução adequada à operação e solicite sua cotação diretamente com o fabricante.
Direto do fabricante
Calibrador digital para o seu posto
Faça a cotação do Calibrador Digital de Pneus PNT 5
Modelo indicado para postos de combustíveis, com operação rápida, segura e precisa.
Consulte as condições para equipar o seu posto.
Cotar calibrador PNT 5 →Acesse a página do produto.
Controle e automação
Estacionamento que gera resultado
Transforme o fluxo do posto em receita recorrente
Automatize o estacionamento, organize o acesso de veículos e aproveite melhor cada oportunidade do seu pátio.
Conheça as soluções para estacionamentos de postos.
Conheça a Sanvitron →Acesse o site do anunciante.
Automação de abastecimento
Diesel em alta? Controle seus custos com combustíveis.
Automatize o abastecimento interno, acompanhe dados em tempo real e identifique perdas na sua operação.
Descubra como automatizar a gestão de combustível da sua empresa.
Conheça a CTA Smart →Fale com um especialista da CTA.

Iluminação especializada
Tecnologia LED para o seu posto
Soluções em LED para Postos de Combustíveis
Comunicação visual e iluminação desenvolvidas para destacar a identidade do seu posto.
Se ainda tiver dúvidas sobre o que é mais viável para seu posto – a substituição ou a adequação das bombas – ou se precisar de esclarecimentos sobre quaisquer outros equipamentos e sistemas de nosso portfólio, procure nossa equipe técnica, que poderá oferecer todo o suporte necessário para que você tome a melhor decisão.
Sobre a Gilbarco Veeder-Root – Produtos testados pelo tempo e aprovados para o futuro. Desde 1865, a Gilbarco Veeder-Root é líder global em equipamentos, tecnologia e soluções integradas para abastecimento de combustíveis e lojas de conveniência. Seus sistemas são projetados para trabalhar de forma integrada proporcionando economia de recursos e maior eficiência. Seja no exterior, no interior, no subsolo ou na nuvem, a Gilbarco tem a solução de abastecimento mais adequada para cada tipo de negócio (www.gilbarco.com.br).
Contato para a mídia:MCA Comunicação CorporativaAssessoria de comunicação Gilbarco Veeder-RootRenata Terra ([email protected])Tel. 21 2262-9698 l 21 99914-9276www.mcapress.com.br
Gilbarco Veeder Root
Notícias Relacionadas
1 Comment
Deixe um comentário Cancelar resposta

Atualizado todo dia. De graça.
Ver o preço da minha cidade →


















Excelente explanação sobre RTM, importante o revendedor se atentar aos prazos de substituição das bombas para atender a legislação. isso impacta no custo operacional da empresa e precisa ser planejado com antecedência. Para novas obras é importante já construir postos atendendo esta legislação.