No dia 27 de Julho de 2020, comemora-se o Dia Mundial da Prevenção ao Acidente de Trabalho.

Data oficializada em 1972, depois de regulamentada a formação técnica em Segurança e Medicina do Trabalho, uma iniciativa do Banco Mundial em cortar os financiamentos para o Brasil, caso o quadro de acidentes de trabalho não fosse revertido, o que resultou na publicação das portarias nº 3236 e 3237, em 27 de julho de 1972.

Este marco traz um alerta aos empregados, empregadores, governo e sociedade civil em relação a importância das práticas de prevenção e consequentemente, a redução de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. O contexto histórico, demonstra a realidade já conhecida: mercado de trabalho cada vez mais competitivo, jornadas dinâmicas, maiores exigências e evolução dos processos. Sendo assim, temos mais um cenário desafiador.

De forma óbvia e clara, os meios de comunicação, os sindicatos, os órgãos regulamentadores e as normas, enfatizam ações e informações quem dizem respeito a prevenção, proteção, doença ocupacional e ambiente seguro. Vale salientar que não se trata apenas de cumprir um arcabouço jurídico com finalidade de garantir a “redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança”, consoante dispõe o art. 7º, XXII, da Constituição Federal, o reconhecimento da “dignidade da pessoa humana” e os “valores sociais do trabalho e da livre iniciativa” (art. 1º, III e IV, da CF), dentre outros tipos de proteção.

O grande X da questão é: COMO CRIAR UM AMBIENTE EM QUE A EFICIÊNCIA E OS RESULTADOS POSSAM COEXISTIR COM A QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE E SEGURANÇA DOS PROFISSIONAIS? QUESTIONE-SE QUANTAS VEZES FOR PRECISO.

Partindo deste princípio, poderá ser formado um cenário ideal para que acidentes e doenças sejam evitados no ambiente de trabalho. Devem ser consideradas as ações personalizadas para cada posto de trabalho, ou seja, o local em que o trabalhador realiza a atividade.

Vejamos uma forma simples e cotidiana de prevenir acidentes e consequentemente, doenças ocupacionais em postos de combustíveis:

Quero finalizar com a seguinte reflexão: Todos perdem com os acidentes de trabalho. E o mais importante não é identificar os culpados, mas trabalhar para que todos conheçam os seus direitos e deveres na construção do ambiente de trabalho desejado, para que as responsabilidades sejam assumidas.

O fato de reconhecer que o trabalho dignifica o homem e entender que, nessa condição, o trabalhador deve encontrar no trabalho a fonte de segurança adquirida e praticada, bem como o meio de satisfação das suas necessidades e da sua família. O trabalho não pode ser fonte de opressão, sofrimento, angústia, adoecimento ou morte. #chegadeacidentedetrabalho

Escrito por : Larissa Emanuelle Rios da Silva


Larissa Emanuelle Rios da Silva é Engenheira de Segurança do Trabalho e Ambiental, sócia da Nexo Soluções Empresariais e Engenharia.

Coordenadora de implementação de sistema integrado de gestão em Saúde, Meio
Ambiente e Segurança do Trabalho.

Assessoria Técnica em Serviços Ambientais: Elaboração do Processo de Licenciamento Ambiental, Elaboração e Execução de Planos e Programas Ambientais necessários ao desenvolvimento da atividade de mineração e Serviços de Segurança do Trabalho/ Higiene Ocupacional.

Contato : [email protected]

+++ GRO – Gerenciamento de Risco Ocupacional em Postos de Combustíveis. O que mudou ?

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