Consumidores valorizam as vantagens oferecidas pelas marcas, mas a efetividade das estratégias depende da comunicação, da experiência e do uso dos benefícios
Conteúdo de Parceiro · Value
Os programas de fidelidade já fazem parte da estratégia de muitas empresas, mas transformar benefícios em novas compras continua sendo um desafio. No setor de combustíveis, em que o motorista pode escolher entre vários postos para abastecer, fidelizar exige mais do que oferecer vantagens: é preciso que elas sejam percebidas e utilizadas.
A quinta edição do Panorama da Fidelização no Brasil 2026, realizada pelo Tudo Sobre Incentivos (TSI), iniciativa da Valuenet, em parceria com a Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF), ouviu 2.333 consumidores de diferentes regiões e classes sociais. Segundo o levantamento, 85,9% participam de pelo menos um programa de fidelidade, e 83,9% preferem comprar de marcas que oferecem programas ou benefícios.
Os dados reforçam o peso dos benefícios na decisão de compra, mas também mostram o papel das empresas em construir estratégias que mantenham o consumidor engajado ao longo do tempo.
Resumo
ToggleFidelização precisa fazer sentido para o consumidor
No mercado de combustíveis, a disputa não se limita ao preço por litro. Localização, atendimento, conveniência e benefícios também influenciam a escolha do motorista. Nesse contexto, os programas de fidelidade dão ao revendedor uma forma de estimular o retorno dos clientes sem depender só de descontos imediatos.
Para a Value4U, esse trabalho combina benefícios relevantes, comunicação clara e acompanhamento dos resultados. A adesão a um programa, sozinha, não garante novas visitas. É preciso entender como os clientes usam as vantagens disponíveis e quais iniciativas despertam mais interesse.
Informações sobre participação em campanhas, uso de benefícios e frequência de consumo ajudam o gestor a avaliar suas ações e encontrar oportunidades de melhoria. Com esse acompanhamento, as campanhas podem ser ajustadas aos objetivos comerciais do posto.
A experiência também influencia os resultados
A facilidade de acesso aos benefícios é outro ponto importante. Regras pouco claras, comunicação insuficiente ou dificuldade para usar as vantagens podem reduzir o aproveitamento de um programa, mesmo quando os benefícios são relevantes.
Aplicativos personalizados, cashback e programas de pontos permitem estruturar diferentes iniciativas de fidelização. Integrados à estratégia comercial do posto, esses recursos também aproximam o abastecimento de outras oportunidades de consumo, como as vendas da loja de conveniência.
Em um mercado competitivo, a fidelização ganha força quando deixa de ser uma ação pontual e passa a fazer parte da gestão comercial. Mais do que atrair adesões, o objetivo é estimular o retorno dos clientes e acompanhar a contribuição das campanhas para o resultado do negócio.
Fonte dos dados: Panorama da Fidelização no Brasil 2026, TSI e ABEMF.
Mais de 1 milhão de usuários fidelizados e 1,5 milhão de vendas fidelizadas
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