A operação de loja de conveniências é uma atividade completamente diferente da rotina operacional de um posto de combustível. O dia a dia de uma loja de conveniência está muito mais próximo de uma mercearia, padaria ou minimercado do que o trabalho de recebimento, armazenamento e revenda de combustíveis.

O grande desafio do gestor de um negócio tão complexo é administrar os novos processos deste negócio – loja de conveniência – que tem se revelado com a salvação dos empresários deste segmento.

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Para ajuda-lo citamos aqui alguns pontos de atenção para melhor sua operação:

  • Desperdício

Saiba que o desperdício é pior que as perdas identificadas. Observe na loja de conveniência os seguintes gastos que podem e devem ser constantemente reduzidos.:

• Descartáveis (copos, canudos, guardanapos, sachês e outros) .

• Energia elétrica: equipamentos ligados sem necessidade, luzes acesas, ar-condicionado sem manutenção, fuga de energia por deficiência nas instalações;

• Área de estoque desorganizada, o que gera perdas por manuseio, quebras etc.

• Falta de organizadores nas áreas de estoque, que geram perdas de produtos do fast food ;

  • Atualização do mix de produtos

O primeiro passo é analisar as vendas pela importância de cada item vendido, através dos relatórios da curva ABC, gerados pelo sistema de automação. Você verá que 20% dos produtos vendidos respondem por cerca de 80% do faturamento e do lucro da loja.

Avalie os itens que vendem mais, aumente as áreas de exposição deles e elimine todos os que giram pouco. É possível ganhar mais trabalhando com 600 itens do que manter 1.200 que não giram e ainda confundem os clientes na hora da compra.

  • Precificação

Marcar preço não é simplesmente multiplicar o valor de compra por um percentual de lucro. Verifique como o seu sistema de automação trabalha: se é por markup ou margem. Entenda os conceitos de precificar:

• Margem bruta é o resultado final entre o preço de venda e o custo dos produtos;

• Markup é o índice que se aplica sobre o preço de compra para chegar ao preço de venda, dentro das margens brutas desejadas;

• Trabalhe com margens diferentes para cada categoria ou mesmo por itens dentro da mesma categoria. Dessa forma é possível aumentar o lucro sem comprometer a imagem de preços altos;

• Quem faz o preço é o mercado. Entenda os limites e trate de melhorar as suas margens, ou deduza custos, ou o melhor: aumente as vendas para ganhar no volume;

• Conheça as reações dos seus clientes e a sensibilidade a preços;

• Avalie os resultados durante o mês e corrija as distorções a tempo de recuperar perdas de margem antes de fechar o mês.

  • Quem faz os resultados é a equipe

Trate bem da equipe, pois dela vêm os resultados. Capacitar não é tão difícil e é importante ter regras, metas de vendas, redução de perdas e desperdícios, motivação diária para impulsionar vendas e, principalmente, ações gerenciais na supervisão o tempo todo, orientando e treinando no próprio local de trabalho.

Para motivar a equipe são primordiais reuniões periódicas para discutir resultados, metas e ações. Nesse momento, use a experiência do dia a dia para motivar e estimular melhores resultados de vendas e lucro. Mas não se esqueça de dividir o bom desempenho com a equipe.

  • Categorias de baixo giro

Mercearia, higiene pessoal e material de limpeza têm 1% de participação nas vendas na média das lojas brasileiras. Por que insistir em manter gôndolas semi-vazias com produtos que não giram e só dão prejuízo pelas quebras, validade vencida, ocupação de espaço, dentre outros incômodos?

Seja ágil, elimine esses itens e as gôndolas improdutivas, ocupando o espaço com algo produtivo e gerador de lucro, como mesas e cadeiras para que os seus clientes possam consumir mais itens do fast food com conforto. Aumentando a permanência na loja, o crescimento de vendas é imediato.

  • Trabalhar com alimentos frescos exige cuidados

Comidas rápidas, café, salgados, sanduíches exigem cuidados com a Segurança Alimentar, atendendo aos padrões de qualidade e higiene previstos na RDC 216 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). As normas sanitárias são simples e dependem de organização, pessoal comprometido com qualidade e algumas medidas de adequação dos equipamentos e das áreas de retaguarda.

O mais importante é que as regras sejam seguidas repetidamente e a equipe tenha consciência plena dos riscos a que se expõe em caso de eventuais contaminações por falta de higiene, contaminações cruzadas, produtos mal conservados e estocados em temperaturas inadequadas etc. Cuidado porque as multas são pesadas e, se a notícia chegar à imprensa, o prejuízo pode ser ainda maior.

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