Com a demanda por diesel projetada em cerca de 72 bilhões de litros em 2026, gestão de abastecimento, dados e monitoramento ganham importância nas operações que dependem de combustível
Conteúdo de Parceiro · Excel Fueling Technologies
O diesel continua ocupando um papel central na economia brasileira. Presente principalmente em operações de transporte, logística, agronegócio e diferentes atividades produtivas, o combustível representa uma parcela importante dos custos de empresas que dependem de veículos, máquinas e equipamentos para manter suas operações.
E esse mercado segue em expansão.
Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a demanda brasileira por diesel deve chegar a aproximadamente 72 bilhões de litros em 2026. A projeção está relacionada, entre outros fatores, às perspectivas positivas para a safra de grãos e ao desempenho de setores como agronegócio, logística e indústria.
Ao mesmo tempo, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma produção de 360,1 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, volume 2,2% superior ao registrado na temporada anterior.
Esse cenário ajuda a explicar por que a eficiência no uso do combustível se tornou uma questão cada vez mais relevante para as empresas. Mas existe uma pergunta importante por trás desses números: quanto combustível uma operação realmente precisa — e quanto desse consumo poderia ser melhor controlado?
Resumo
ToggleQuando o combustível deixa de ser apenas uma despesa
Em uma operação com poucos veículos, acompanhar o abastecimento pode parecer simples. Mas imagine uma empresa com dezenas ou centenas de veículos, máquinas agrícolas, equipamentos ou unidades operacionais espalhadas por diferentes locais.
Nesse cenário, controlar apenas o valor gasto com diesel pode não ser suficiente. É necessário entender como, quando, onde e por quem o combustível está sendo utilizado.
Informações como volume abastecido, consumo por veículo, frequência dos abastecimentos, estoque disponível, quilometragem e utilização dos ativos podem ajudar o gestor a identificar padrões e perceber situações que passariam despercebidas em controles exclusivamente manuais.
O desafio, portanto, não está apenas em comprar combustível pelo melhor preço. Está também em gerenciar melhor cada litro utilizado pela operação.
Onde estão as principais oportunidades de eficiência
Uma gestão mais estruturada do combustível pode ajudar as empresas a enxergar diferentes aspectos da operação. Entre eles estão:
- acompanhamento dos abastecimentos;
- controle do estoque de combustível;
- análise do consumo por veículo ou equipamento;
- identificação de variações de consumo;
- acompanhamento da utilização da frota;
- histórico das operações;
- integração entre diferentes fontes de informação;
- geração de indicadores para apoiar decisões.
Isso muda a forma como o gestor olha para o combustível. Em vez de analisar apenas uma despesa no final do mês, passa a ser possível acompanhar indicadores que ajudam a explicar essa despesa. E essa diferença é importante.

Da planilha aos dados: uma nova forma de administrar a frota
Durante muito tempo, planilhas, registros manuais e controles descentralizados fizeram parte da rotina de empresas que administram frotas e estruturas próprias de abastecimento.
Esses métodos ainda podem funcionar em operações menores. Porém, conforme o número de veículos, abastecimentos e unidades aumenta, também cresce a quantidade de informações que precisam ser acompanhadas.
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É nesse ponto que a tecnologia começa a ganhar espaço. Sistemas de gestão podem reunir informações de diferentes etapas da operação e transformar registros isolados em indicadores que facilitam a análise.
O objetivo não é simplesmente armazenar mais dados. É transformar dados em informação útil para a tomada de decisão.
Telemetria e gestão de abastecimento podem trabalhar juntas
Outra tecnologia que vem ganhando espaço na gestão de frotas é a telemetria. Enquanto sistemas de abastecimento permitem acompanhar informações relacionadas ao combustível, a telemetria pode fornecer dados sobre a utilização e o comportamento dos veículos, dependendo da solução adotada.
Informações como localização, deslocamentos, velocidade, quilometragem e outros indicadores operacionais podem complementar a análise do consumo. Quando essas informações são integradas, o gestor passa a ter uma visão mais ampla da operação.
Por exemplo: uma variação no consumo de determinado veículo pode ser analisada em conjunto com sua utilização, quilometragem e rotina operacional. Isso permite sair de uma análise baseada apenas em números financeiros.
Em operações nas quais o combustível representa uma parcela relevante dos custos, pequenas melhorias de eficiência podem ganhar importância quando consideradas em uma escala maior.
A gestão inteligente do combustível tende a ganhar espaço
A perspectiva de crescimento da demanda por diesel reforça um movimento que já vem acontecendo em diferentes segmentos: a busca por maior eficiência na utilização dos recursos da operação.
A própria ANP mantém dados atualizados sobre produção, comercialização e preços dos combustíveis, mostrando a dimensão e a complexidade do mercado brasileiro. A edição 2026 de seu Anuário Estatístico reúne informações referentes ao período de 2016 a 2025.
Para empresas que dependem de frotas, máquinas e equipamentos, isso significa que administrar combustível tende a deixar de ser uma atividade puramente operacional para assumir um papel cada vez mais estratégico.
O próximo passo não é necessariamente consumir menos a qualquer custo. É entender melhor o consumo, identificar oportunidades de melhoria e utilizar informações para tomar decisões mais eficientes.
Tecnologia como aliada da gestão
Nesse contexto, plataformas de gestão de abastecimento podem ajudar empresas a organizar informações que antes estavam dispersas em planilhas, registros manuais ou diferentes sistemas.
Soluções como o GTFROTA, da Excel, fazem parte desse movimento ao oferecer recursos voltados ao controle e à gestão do abastecimento e do consumo de combustível.
Mais do que acompanhar litros abastecidos, a proposta da tecnologia é proporcionar uma visão estruturada da operação e transformar os dados gerados pelo abastecimento em informações que possam apoiar a gestão. A tendência é que esse tipo de tecnologia continue evoluindo à medida que as empresas busquem operações mais conectadas, rastreáveis e orientadas por dados.
Conclusão
O crescimento da demanda por diesel coloca ainda mais atenção sobre a eficiência das operações que dependem do combustível. Com mais dados disponíveis e tecnologias capazes de organizar essas informações, empresas de diferentes segmentos podem encontrar novas formas de compreender seus processos, identificar oportunidades e melhorar a gestão.
No fim, a questão não é apenas quanto combustível uma empresa consome. É entender como esse combustível está sendo utilizado e o que os dados podem revelar sobre a operação. Em um cenário de maior complexidade e pressão por eficiência, essa diferença pode ser cada vez mais importante.
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Sobre a Excel Fueling Technologies
Empresa brasileira fundada em 1990, especializada em tecnologias para o setor de combustíveis. Pioneira no primeiro calibrador digital de pneus do mundo, atua com calibradores, medição de tanques, gestão de frotas e automação de postos, exportando soluções para mais de 35 países.
Contato
Site: excelft.com
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Telefone: +55 (11) 3858-7724
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