Os preços médios do etanol hidratado subiram em 19 Estados e no Distrito Federal na semana encerrada no sábado (30) ante o período anterior, de acordo com levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas.

A cotação do biocombustível caiu em outros 5 Estados e ficou estável em Alagoas, enquanto no Amapá não houve apuração.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol subiu 0,84% na semana ante a anterior, de R$ 3,2110 para R$ 3,2380 o litro.

Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do hidratado ficou em R$ 3,079, alta de 0,95% ante a semana anterior (R$ 3,050). No Rio Grande do Norte, o biocombustível registrou a maior alta porcentual na semana, de 4,30%, de R$ 3,788 para R$ 3,951. A maior queda semanal, de 2,29%, foi verificada em Roraima (de R$ 3,843 para R$ 3,755).

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,759 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio estadual, de R$ 3,079, foi verificado também em São Paulo. O preço máximo individual, de R$ 5,295 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 4,347.

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Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País avançou 1,73%. O Estado com maior alta no período foi a Bahia, onde o litro subiu 8,46%, de R$ 3,393 para R$ 3,680. Na apuração mensal, sete Estados apresentaram desvalorização do biocombustível. O maior recuo, de 2,09%, foi em Mato Grosso, onde o biocombustível caiu de R$ 3,255 para R$ 3,187.

Competitividade

Os preços médios do etanol na semana encerrada no sábado passado mostraram-se vantajosos em comparação com os da gasolina em apenas três Estados brasileiros – Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, com paridade de 67,67%, 68,32% e 69,28%, respectivamente, entre o preço do etanol e da gasolina. Em São Paulo, maior produtor nacional, a paridade é de 70,10%.

O levantamento da ANP considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.


Diesel

O preço do diesel nos postos de combustíveis do Brasil subiu 2,3% em janeiro frente ao mês anterior, engatando a terceira alta mensal consecutiva e atingindo média de 3,93 reais por litro, acima de níveis vistos antes da pandemia de Covid-19, indicou nesta segunda-feira a Ticket Log.

Segundo o índice de preços da companhia –marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil–, o valor médio de comercialização do diesel no país no primeiro mês de 2021 fica abaixo somente do registrado em janeiro de 2020, quando o litro do combustível valia 3,974 reais.

“Mês a mês, os motoristas estão pagando mais caro para abastecer com o diesel. O ano começou apresentando a terceira alta consecutiva e o valor do diesel comum está cada vez mais próximo dos 4 reais, o que só aconteceu com o tipo S-10, em janeiro do ano passado”, disse em nota o head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

O levantamento, baseado nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, apurou o preço médio do diesel S-10 nos postos brasileiros em janeiro deste ano em 3,988 reais por litro, também avançando 2,3% na comparação mensal.

Segundo a Ticket Log, os preços mais altos foram vistos na região Norte, onde o diesel comum atingiu 4,159 reais por litro, enquanto os mais baixo estão no Sul, a 3,588 reais/litro. Os valores subiram em todos os Estados em janeiro, com exceção de Mato Grosso, que apurou queda de 2,56%.

Os preços do combustível mais consumido do Brasil chegaram a sofrer um choque a partir de março do ano passado, diante das medidas restritivas relacionadas à pandemia de coronavírus, mas em seguida retomaram viés de alta.

No final de janeiro, a Petrobras promoveu uma aumento de 4,4% no preço do diesel em suas refinarias, no primeiro reajuste em quase um mês, elevando o valor do produto vendido às distribuidoras para 2,12 reais/litro.

Os preços praticados pela estatal se relacionam com fatores como as cotações do dólar e do petróleo no mercado internacional. O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais, porem, não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de biocombustíveis.

O valor do diesel esteve entre as pautas de uma greve de caminhoneiros convocada para esta segunda-feira. A manifestação, porém, não alcançou grandes proporções –segundo o Ministério da Infraestrutura, nesta manhã todas as rodovias federais do país possuíam “fluxo livre de veículos”….

Fonte: economia.uol.com.br


 

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