Os autos de infração em postos de combustível de todo o país aumentaram 45,6% de janeiro a maio deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado.

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Nos cinco primeiros meses de 2016, foram 2.372 registros, contra 1.629 um ano antes. O aumento nas denúncias e no número de ações de fiscalização explicam a alta, segundo a ANP (agência do petróleo).

As principais irregularidades apontadas pelo consumidor são bomba baixa -quando o aparelho fornece volume inferior ao registrado- e venda de combustível fora do padrão, segundo a agência.

A cada autuação feita pela ANP, é aberto um processo administrativo, e o posto corre o risco de ser multado em até R$ 20 milhões.

No Estado de São Paulo, as principais queixas são por marcação errada, diz o Ipem-SP (de pesos e medidas), que também atua na fiscalização. De janeiro a junho, a entidade recebeu 585 denúncias.

“Quando as bombas não eram eletrônicas, bastava orientar o consumidor a verificar se o marcador estava zerado antes de abastecer”, lembra João Carlos Barbosa de Lima, diretor do instituto.

Hoje, é possível instalar um microcontador interno para registrar o valor errado, diz.

Fonte: Folha de S.Paulo

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