Segundo levantamento realizado no ano passado, pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, foi evidenciado que o comércio de cigarros é responsável por 50% do faturamento das lojas de conveniência no Brasil. Em seguida vem o consumo de alimentos e bebidas não-alcoólicas, que representam 30% do lucro adquirido por mês, e as bebidas alcoólicas, que chegam a gerar até 20% do faturamento mensal.
Feita em parceria com o Regran (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do ABCDMRR), a pesquisa também indicou que grande parte dos consumidores de cigarros são pessoas que param no posto para abastecer seus veículos (80%), e a outra parte é formada por pedestres e moradores nas imediações do estabelecimento (20%). “Entre as vendas, 90% são de cigarros comuns e 10% são especiais, com sabor”, afirmou Wagner de Souza, vice-presidente da Regran, em entrevista ao jornal Diário do ABC.
Com relação às bebidas, a compra em lojas de conveniência geralmente é feita durante a noite ou então nos finais de semana, e seu maior público são os jovens, que procuram o posto de combustível muitas vezes pela facilidade e horário. No entanto, a ampla discussão sobre as consequências do álcool fez algumas cidades criarem leis específicas para a comercialização de bebidas alcoólicas em postos.

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