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Distribuidoras na contramão. Companhias aumentam receita em 2016.

  • 15/03/2017 | 0 comentários |

    A  Raízen  Combustíveis,  joint  venture  entre  a Shell e a Cosan, acumulou receita líquida de R$ 68,1 bilhões em 2016, crescimento de 11% em  relação  ao  mesmo  período  do  ano  anterior.  O  Ebtida  ajustado  da  distribuidora  teve  alta  de  13%,  passando  de  R$  2,5  bilhões,  em  2015, para R$ 2,8 bilhões em 2016. Os resultados refletem o melhor mix de vendas de produtos,  com  maior  volume  de  gasolina  vendido, e preços praticados ao longo do ano.

    Em 2016,  as  vendas  de  gasolina  subiram  9,5%,  compensando  parte  da  queda  na  comercialização  de  etanol,  em  19,9%.  Também caíram  as  vendas  de  diesel  (-1,5%)  e  de  querosene  de  aviação  (-7%).  As vendas  totais  de  combustíveis da Raízen caíram 1% em relação ao mesmo período de 2015.

    A rede  de  postos  revendedores  da  marca  Shell  encerrou  2016  com  6.027  postos,  344  a  mais  do  que  no  ano  anterior.  Em  relação  aos  investimentos,  foram  destinados  R$  797  milhões  para  a  Raízen  Combustíveis  e  a  meta,  para  2017,  é  investir  entre  R$  800  bilhões  e  R$ 1 bilhão.

    Ipiranga  –  Em  2016,  a  receita  líquida  da  Ipiranga  totalizou  R$  66,4  bilhões,  aumento  de 2% em relação a 2015. O Ebitda totalizou R$ 3 bilhões, resultado 11% acima do verificado em 2015. O desempenho foi reflexo, entre outros  itens,  das  movimentações  nos  custos  dos combustíveis ao longo do ano

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    As vendas totais de combustíveis caíram 9% na comparação com o ano anterior, para 23,5 milhões de metros cúbicos. No caso da gasolina, etanol e GNV, a queda foi de 9%, passando de 12,2 milhões de metros cúbicos comercializados, em 2015, para 11,2 milhões de metros cúbicos  no  ano  passado.  As  vendas  de  diesel  também  tiveram  redução  de  9%,  de  13,1  milhões  de  metros  cúbicos,  em  2015,  para  11,9  milhões de metros cúbicos, em 2016.

    O resultado reflete a conjuntura econômica do  país,  com  a  piora  nos  indicadores  de  em-

    prego, e a deterioração na relação entre o preço  de  combustíveis  e  a  renda  da  população.

    A  companhia  também  informou  que  o  custo  dos  produtos  vendidos  subiu  1%,  acumulando  R$  61,9  bilhões.  No  quarto  trimestre  de  2016,  a  comercialização  total  de  combustveis  teve  redução  de  14%  na  comparação  com  o  mesmo  período  de  2015,  impactado  principalmente  pela  queda  nas  vendas  de  diesel (19%).

    O  aumento  do  número  de  postos  da  bandeira  Ipiranga  ficou  próximo  ao  da  Raízen.  A  distribuidora  encerrou  o  ano  com  333  novos  postos  revendedores,  totalizando  7.563  postos.  O  Ebtida  da  Ipiranga  em  2016  totalizou  R$ 3,1 bilhões, resultado 11% acima do verificado em 2015.

    Em relação  aos  investimentos,  a  Ipiranga  manteve-se  como  a  subsidiária  que  recebeu

    mais  recursos  do  Grupo  Ultra,  com  R$  1,1  bilhão  investidos,  sendo  R$  429  milhões  na  expansão  da  rede  de  postos  (incluindo  embandeiramento  de  postos  bandeira  branca  e  abertura de novos postos) e de franquias am/pm  e  Jet  Oil,  com  foco,  principalmente,  nas  regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Além disso,  foram  investidos  R$  64  milhões  na  ampliação  da  infraestrutura  logística,  por  meio  da  construção e ampliação de bases de operação; e R$ 101 milhões em modernização de bases logísticas.  Outros  R$  471  milhões  foram  destinados  à  manutenção  de  atividades,  com  destaque  para  renovação de contratos da rede de distribuição e reforma de postos. Para este ano, a holding manterá estratégia de investimentos na Ipiranga, com foco na ampliação da rede de postos e da infraestrutura logística.

    Ultragaz  –  O  volume  de  vendas  da  distribuidora  de  GLP  cresceu  4%,  passando  de  1,7  milhão  de  toneladas,  em  2015,  para  1,8  milhão  de  toneladas,  em  2016.  No  caso  do  GLP  envasado,  o  aumento  foi  de  3%,  totalizando  1,2 milhão de toneladas no ano passado. Já o volume a granel comercializado subiu 6%, alcançando 563 mil toneladas. Esses resultados se refletiram no Ebitda da companhia, que alcançou  R$  447  milhões  em  2016,  25%  acima  do  verificado  no  ano  anterior  e  na  receita  líquida que totalizou R$ 5,3 bilhões, crescimento 16% maior ante 2015.

    O  custo  dos  produtos  vendidos  subiu  15%  em  2016  na  comparação  com  2015,  para  R$  4,5  bilhões.  No  quarto  trimestre,  o  aumento  do custo dos produtos atingiu 10%, fruto, especialmente,  do  aumento  do  custo  do  GLP  e  de maiores custos unitários com frete.

    Em relação aos investimentos, foram investidos  R$  225  milhões  na  Ultragaz  em  2016,  volume   direcionado,   principalmente,   para   novos clientes do segmento granel, reposição e aquisição de vasilhames e manutenção das bases de engarrafamento.

    Com informações da Assessoria de Comunicação da Fecombustíveis

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