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O mercado de gás de cozinha já é considerado concentrado, com quatro empresas detendo 85% de toda a oferta.

O entendimento da maioria do conselho foi o de que o negócio representaria um sério risco concorrencial no mercado de gás de cozinha. O tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) reprovou nesta quarta-feira (28), por 4 votos a 2, a compra da Liquigás pela Ultragaz. As duas empresas atuam na venda de gás de cozinha.

A operação, estimada em R$ 2,8 bilhões, foi anunciada pela Petrobras em novembro de 2016 e faz parte do pacote de desinvestimentos da estatal. O entendimento da maioria do conselho foi o de que o negócio representaria um sério risco concorrencial no mercado de gás de cozinha.

Com a compra da Liquigás, a Ultragaz passaria a deter 45% do mercado nacional de gás de cozinha, com participação ainda maior em alguns estados. A conselheira Cristiane Alkmin, relatora do processo, alertou, por exemplo, para o risco de elevação do preço do botijão de gás. Em agosto do ano passado, a Superintendência-Geral do Cade havia proposto a reprovação do negócio. A área técnica do Cade afirmou que a operação afetaria o mercado de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de botijão.

O mercado de gás de cozinha já é considerado concentrado, com quatro empresas detendo 85% de toda a oferta.

Rapp_3A Superintendência do Cade apontou que que as outras distribuidoras de grande porte não teriam incentivos para rivalizar de forma efetiva com a nova companhia, já que as participações detidas pelos agentes são bastante estáveis nos últimos dez anos. “Isso demonstra uma baixa agressividade e rivalidade entre os competidores do setor”, apontou o relatório. Fonte: g1.globo.com/

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